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Cura integrada: medicina integrativa ajuda a potencializar tratamentos

Prevenir é melhor do que remediar, ensina o ditado popular. Seguindo essa premissa, o uso de terapias alternativas tem se tornado realidade em abordagens médicas convencionais e mesmo dentro de hospitais. O objetivo é potencializar os efeitos do tratamento por meio de uma participação mais ativa do paciente. Os resultados são avaliações mais completas – que têm por objetivo atuar nas causas do problema e não somente tratar os sintomas.

Médicos cada vez mais estão propondo a interação com a natureza como complemento dos tratamentos realizados em consultórios. Eles perceberam que, por exemplo, grande parte das sinusites estão associadas à baixa imunidade acarretada por liberação de cortisol (hormônio do estresse) e adrenalina, em função, principalmente, do excesso de trabalho, atribuições e do tempo que se gasta no trânsito. Amigdalites e labirintites, outro exemplo, são um curto-circuito do cérebro, que não está mais suportando tanta informação. Estresse deve ser entendido como doença, presságio de problemas mais graves, como tumores e depressão.

Desacelerar
Em terapias integrativas como a horta-terapia, somos estimulados a desacelerar e repensar nosso dia-a-dia. A ideia é, por meio do contato com a terra, estabelecer uma conexão mais profunda consigo mesmo, tornando-se mais consciente e capaz de modificar aquilo que não vai bem.

É importante ressaltar que nem sempre é possível substituir o uso de medicamentos alopáticos por tratamentos complementares. Em muitos casos, quando a doença já está instalada, o melhor é associar as ferramentas para um resultado mais completo e duradouro.

Antroposofia também foca em diagnóstico sistêmico
A antroposofia é um braço da medicina integrativa que consiste em um sistema terapêutico complementar, que prioriza o indivíduo e o uso de medicamentos obtidos a partir de substâncias minerais, vegetais ou animais.

A premissa do método é compreender o ser humano de forma ampliada e individualizada. No consultório, o paciente é submetido à anamnese convencional e a um diagnóstico sistêmico, que inclui informações sobre sono, alimentação e outros aspectos da rotina.

Tudo passa pela compreensão da parte orgânica, biológica, da parte emocional e psíquica e também do ser humano, como indivíduo único. O profissional faz o diagnóstico convencional, conforme a área em que atua, e um complementar, buscando identificar disfunções no organismo vital da pessoa.

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